Os dois lados mostram a mesma queda de jeitos diferentes. Entenda quando vale fazer um, o outro ou os dois no mesmo roteiro.
O lado brasileiro é o panorama. As passarelas entregam a largura das quedas de uma vez, e muita gente considera essa a foto clássica de Foz. O parque fica a poucos minutos da cidade, então encaixa bem em meio período.
O lado argentino é a imersão. Os circuitos aproximam o visitante da água e levam até a Garganta do Diabo. O dia fica mais longo porque inclui a travessia da fronteira, a ida até Puerto Iguazú e a volta.
Se a viagem tiver um dia só, o lado brasileiro costuma render mais com menos logística. Com dois dias, os dois lados se complementam: um para a vista ampla, o outro para chegar perto. A Bark Tour faz os dois trajetos em carro privativo e ajuda a escolher a ordem conforme o voo, o hotel e o tamanho do grupo.
A vazão muda ao longo do ano. Nas publicações do Instagram @barktour_foz a equipe mostra como as quedas estão na semana, inclusive em períodos de água alta.
